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FÓRUM
DISCUTE RESPONSABILIDADE CIVIL, ÉTICA E PENAL DO MÉDICO
O Fórum sobre Responsabilidade Civil, Ética e Penal do
Médico, realizado dia 11 de Agosto, no Hotel Maksud Plaza, em
São Paulo, reuniu cerca de 700 pessoas, entre elas, profissionais
e acadêmicos da área médica e jurídica, para
discutir temas de maior relevância no exercício da Medicina.
O principal objetivo foi abrir um amplo canal, de diálogo entre
médicos e a sociedade de forma geral para construção
de um modelo sólido de justiça social e democracia nas
relações entre os diversos componentes da rede de Saúde.
A idéia foi garantir os direitos de todos os envolvidos no sistema,
além de tornar mais claros os deveres de cada um.
Para o presidente da AMB, Eleuses Paiva, "o modelo assistencial
e o modelo de ensino possuem uma lógica comum, que pode ser considerada
totalmente mercantilista. Logo, a relação médico-paciente
deteriora-se cada vez mais, agravando esses conflito", disse ele
na abertura do evento. E ainda: "É preciso que cada um de
nós assuma uma postura de mudança para resgatar a boa
prática da Medicina."
"O Direito e a Medicina possuem caminhos diferentes mas que convergem
para o mesmo destino. Ambos tem como meta o bem do ser humano. Implementando
o diálogo entre esses profissionais, daremos um passo importante
no sentido de alcançarmos nosso objetivo comum", comentou
José Luiz Gomes do Amaral, presidente da APM (Associação
Paulista de Medicina).
Os temas do evento, promovido pela AMB e APM, foram divididos em três
mesas com duas palestras em cada. A primeira mesa foi coordenada por
José Luiz Gomes de Amaral, presidente da APM, Lincoln Freire,
vice-presidente da AMB e Florisval Meinão, diretor-adjunto de
defesa profissional da APM. "A avaliação do dano
moral" foi tema da palestra de Clayton Reis, juiz aposentado do
Tribunal de Alçada Civil do Paraná. Sálvio de Figueiredo
Teixeira, ministro do Superior Tribunal de Justiça e do Tribunal
Superior Eleitoral, falou sobre "Reflexões sobre o Direito
e Medicina".
Segundo Reis, "a responsabilidade de todos os profissionais liberais,
como os médicos, são contratuais e estão diretamente
relacionadas aos danos causados, seja ele material ou moral", explica.
"Mas é preciso que se prove se o médico agiu com
negligência, imprudência ou imperícia em decorrência
de algum procedimento, e se causou dano à vítima. Em caso
positivo, esse dano deve ser reparado".
Já a segunda mesa teve como coordenadores Regina Parizzi, presidente
do CRM-SP e Jorge Curi, diretor de defesa profissional da APM. As palestras
foram sobre "A responsabilidade Penal do Médico - o sigilo
profissional e a requisição judicial do prontuário
médico", de Antônio Carlos Coltro, juiz do Tribunal
de Alçada Criminal de São Paulo; "A responsabilidade
civil do médico - o médico frente ao Código de
Defesa do Consumidor", de Marcus Vinicius Andrade, desem+bargador
do Tribunal de Justiça de São Paulo.
"O Código de Defesa do Consumidor enquadra o médico
como fornecedor portanto a relação de serviços
do médico é de consumo. Para que o profissional se previna
é necessário que ele propicie ao consumidor a maior gama
possível de informações e se documente de todas
as intervenções de todos os tratamentos", lembrou
Andrade.
Eleuses Paiva e Eduardo Vaz, diretor de defesa profissional da AMB coordenaram
a terceira mesa, em que o presidente do CFM, Edson Andrade, palestrou
sobre "Os princípios éticos profissionais do médico",
e o juiz vice-presidente do Tribunal de Alçada Criminal de São
Paulo, José Renato Nallini, falou sobre "A ética
médica sob a ótica do judiciário".
"Em decorrência da massificação da medicina,
as consultas estão cada vez mais rápidas. Este, talvez,
seja o principal problema na relação médico-paciente.
Se a falta de comunicação não fosse tão
significativa, os médicos eliminariam cerca de 70% dos problemas
que enfrentariam nos tribunais", enfatizou Nallini.
Assessoria
de Imprensa - AMB
Luciana Leitão
(11) 3266-9412
imprensa@amb.org.br
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ENTIDADES
REPUDIAM MP DOS PLANOS DE SAÚDE
Em entrevista coletiva concedida no dia 13 de agosto último,
na sede do Procon-SP, entidades médicas e de defesa do consumidor
repudiaram a Medida Provisória 2.177/43, de 27/07/2001, por inviabilizar
o exercício ético da medicina.
Entre elas estão Associação Médica Brasileira
(AMB), Conselho Federal de Medicina (CFM), Fundação Procon,
Instituto de Defesa do Consumidor (IDEC), Conselho Regional de Medicina
de São Paulo (CRM-SP), Fórum Nacional de Acompanhamento
da Regulamentação dos Planos de Saúde e Fórum
das Entidades Nacionais de Defesa dos Portadores de Patologias e Deficiências.
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o Ministério Público
do Estado de São Paulo, por meio da Promotoria de Justiça
e Defesa do Consumidor, também apoiam o movimento.
Com a aprovação do governo, a Agência Nacional de
Saúde Suplementar pode regulamentar a transferência coletiva
dos usuários de planos de saúde antigos para novos. As
operadoras criarão um "plano especial de adaptação",
que possibilita a criação de três novas categorias
de planos: "plano organizado em sistema hierarquizado e gerenciado",
"planos com preços de comercialização, reajustes
e revisão e condições especiais de mobilidade dos
beneficiários" e "plano com cobertura assistencial
condicionado à disponibilidade dos serviços de assistêncioa
à saúde na respectiva área de abrangência".
A taxa para a migração é única, porém,
ainda não está definida. A intenção do governo
é que esta MP seja aprovada ainda no mês de agosto.
Eleuses Paiva, presidente da AMB, considera esta medida um retrocesso.
"Na realidade, estamos retrocedendo três anos. É uma
desregulamentação das lutas que foram feitas até
hoje para que os pacientes tenham melhores condições e
não sejam prejudicados e enganados". Para ele, "o atendimento
no SUS tende a aumentar drasticamente e também será responsável
pelo financiamento do alto custo das operadoras. O sistema de saúde
público, que já era um caos, tende a piorar".
De acordo com a medida, o usuário deixa de escolher os prestadores
de saúde, mesmo dentro da rede credenciada. A escolha passa a
ser feita pelo plano. Além disso cria-se o "managed care",
ou seja, é preciso se consultar primeiro com um clínico
geral para eventualmente ser encaminhado para um especialista. A disponibilidade
dos serviços fica restrita apenas à área de cobertura
geográfica.
Caso não haja possibilidade de oferecer determinado atendimento,
a cobertura não acontece. A operadora não é obrigada
a dar assistência, portanto, não se responsabiliza.
"O principal prejuízo aos consumidores é a exclusão
e a restrição de atendimento", explica Lúcia
Helena Magalhães, do Procon. "Há contradições,
porque a própria MP diz que não pode haver exclusões
de procedimentos, mas o atendimento é limitado à abrangência
geográfica. É um absurdo e lesa diretamente os consumidores.
Por isso, eles devem estar atentos aos efeitos negativos provocados
por esta medida".
Segundo Maria Helena Lazzarine do IDEC, "a MP só vem ao
encontro aos interesses das empresas, que são altamente mercantilistas
e só visam o lucro", diz. E completa: "Apesar do plano
'especial de adaptação' garantir ao consumidor a opção
de migrar até 31 de dezembro de 2003, entendemos como uma imposiç
ão aos consumidores, pois após esse prazo ele estará
sujeito a fazer um novo contrato com novas carências".
"Esta MP é imoral e anti-ética pois médicos
e pacientes tornam-se reféns dos interesses econômicos
das seguradoras de planos de saúde", ressalta Marco Antônio
Becker, vice-presidente do CFM.
Regina Parizzi, presidente do CRM-SP, diz que "este modelo segue
a lógica de distribuição geográfica do PAS
em São Paulo, devido à obrigatoriedade dos usuários
terem que passar por uma triagem". Na sua opinião, o argumento
do governo para aprovar tal medida é tornar os planos de saúde
mais simples, mais baratos e acessíveis à população.
"Gostaria de saber como", pergunta-se Regina.
Para reverter essa situação, entidades representativas
de consumidores, usuários e médicos realizarão
ações para derrubar a MP. Está marcado uma ato
público dia 28 de agosto, às 12h, em frente ao Congresso
Nacional, em Brasília. Na ocasião será estendido
uma colcha de retalhos gigante, com mil metros quadrados, representando
a realidade da legislação de planos de saúde em
vigor.
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A
HISTÓRIA DA AMMT - SEU JUBILEU DE OURO - 50 ANOS
Estamos comemorando o Jubileu de Ouro da Associação Médica
de Mato Grosso e vamos juntos descobrir que a união e o espírito
de equipe que motivaram, há 50 anos, um honrado e atuante grupo
de homens ainda hoje serve de exemplo e nos dá a plena certeza
do caminho a seguir. Aponta-nos o rumo seguro, pois boas idéias
e homens brilhantes sempre existiram, contudo sem união e cooperação
quase nada se realiza.
Neste trabalho mostraremos as principais etapas decorridas desde a fundação,
com seus altos e baixos e, sobretudo, com grandes realizações.
A
FUNDAÇÃO:
Em 22 de Setembro de 1951, no gabinete do diretor do Departamento de
Saúde do Estado, um grupo de profissionais médicos reuniu-se
com o propósito de fundar aquela que viria a ser uma das mais
respeitadas e sólidas instituições associativas
do Mato Grosso, a AMMT.
Dentre os médicos presentes à reunião destacaram-se
os doutores: Fernando Correa da Costa, Hélio Ponce de Arruda,
Agrícola Paes de Barros, Henrique de Aquino, Manoel Vargas, José
Monteiro de Figueiredo, Clóvis Pitaluga de Moura, entre outros.
Os temas principais da reunião, segundo Ata de Fundação,
eram traçar as metas, nomear a diretoria provisória, organizar
e por em prática as primeiras decisões.
A fundação da AMMT, segundo as palavras do Dr. Hélio
Ponce de Arruda, "...Seria o passo inicial para a formação
do Conselho Regional de Medicina, e também um órgão
de amparo social, financeiro e cultural da classe, reconhecido por Lei
Federal..."
Após fervoroso debate, ficou decidido que se elegeria uma diretoria
provisória, a qual deveria encarregar-se de estruturar a entidade,
elaborar uma minuta para os Estatutos, além de organizar e convocar
a primeira Assembléia Geral.
A POSSE DA PRIMEIRA DIRETORIA:
No dia 08 de Fevereiro de 1952, no salão nobre da Academia Mato-grosensse
de Letras, com a presença de autoridades civis, eclesiásticas
e militares, médicos e suas famílias e pessoas do meio
sócio-cultural cuiabano realizou-se a sessão solene de
posse da Diretora da Associação Médica de Mato
Grosso, que fora eleita em 10 de novembro de 1951.
Após devidamente empossados todos os cargos, tomou a fala o Dr.
Hélio Ponce de Arruda, que assim discursou: "Estamos tomando
posse hoje de uma alta investidura que, se de um lado nos sensibiliza
e envaidesse pela expressão de honraria nela contida, de outro
nos dá a justa conta da enormidade do compromisso que assumimos.
Sinto-me grato à distinção que neste dia me foi
conferido pelos prezados colegas de Mato Grosso, mas verdadeiramente
feliz. Principalmente, por considerar que esta honra me foi dada, não
como um prêmio que coroasse os atributos de uma vida, pois neste
caso a distinção não me caberia, mas sim por que
eu me credencio, de algum modo, na opinião desses colegas para
executar a tarefa de patrulha avançada nos ásperos caminhos
agora empreendidos.
Organizamo-nos, justamente, quando uma nova consciência de classe
agita na maior profundidade as velhas organizações existentes,
pondo em polvorosa o antigo conformismo no qual nos deixamos ficar...
sem encarar de frente os nossos problemas.
Se o 'médico da maleta preta' foi uma figura ajustadora ao plácido
e tranqüilo mundo de ontem, também o profissional da Medicina
atual ainda é uma figura ajustada ao mundo inseguro e intranqüilo
de hoje. De nenhum modo poderia acontecer outra coisa, pois nada que
seja humano deve ser alheio à Medicina, que é essencialmente
o estudo do Homem..."
A primeira década:
Como todo início, a primeira diretoria enfrentou inúmeras
dificuldades, embora o apoio dos profissionais da época tenham
sido encorajador, isto não se concretizou em número de
associados.
A sede provisória, localizada na Secretaria de Saúde do
Estado, logo foi transferida para a sala dos médicos na Santa
Casa de Misericórdia de Cuiabá, onde muitos dos membros
diretores atuavam.
O desenvolvimento das atividades nos quatro primeiros anos limitou-se
ao campo científico e de estruturação. Os diretores
da AMMT promoveram diversas campanhas de educação em saúde
e também realizaram, auxiliados por suas esposas, chás
beneficentes, jantares e bailes de confraternização.
Dentre as promoções realizadas neste período, destacamos:
a Campanha do Iodo (1953), destinada a suprir as necessidades dos hospitais
do interior do estado e a Campanha Contra Verminoses (1955), a qual
visava esclarecer as crianças em idade escolar da periferia de
Cuiabá sobre noções de higiene e prevenção
de verminoses.
Foi também nesta época que começou a ser elaborada
a legislação que viria a regrar e proteger o exercício
profissional da Medicina. A ética médica começou
a ser esboçada para que o combate ao charlatanismo pudesse ser
implementado com maior eficiência, já que, nesse tempo,
os profissionais legalmente reconhecidos, e provinientes das melhores
universidades brasileiras, ainda conviviam com um grande número
de casos de exercício ilegal da medicina. A Associação
Médica de Mato Grosso, via Associação Médica
Brasileira, contribuiu para a elaboração da legislação,
conseguindo incluir vários pontos aprovados pelos médicos
mato-grossenses na minuta da Lei, após ter debatido exaustivamente
o assunto em suas reuniões.
Ainda na mesma década, houve a implantação do órgão
regulador da classe médica em nosso estado, o Conselho Regional
de Medicina, pois quando da fundação da AMMT ficara acertado
que ela serviria de base para a formação do conselho em
Mato Grosso. Isso ocorreu para cumprimento das leis vigentes na país.
Assim, em 1958 aconteceu a formação do CRM-MT, tendo a
Associação Médica colaborado nas primeiras reuniões
ocorridas, cedendo a sua sede para os encontros e formulando temas a
serem discutidos. O primeiro presidente do Conselho foi o Dr. José
de Faria Vinagre, que também era membro integrante da diretoria
da Associação Médica.
DÉCADA
DE 60
Notou-se um pequeno declínio nas atividades de cunho social,
como por exemplo, as campanhas beneficentes, em relação
à década anterior. Em contrapartida, houve o fortalecimento
das conquistas éticas e trabalhistas com a inclusão de
itens, formulados pelas federadas em conjunto com a AMB, no Plano Nacional
de Saúde, elaborado no ano de 1968.
No âmbito local mereceu destaque a Campanha de Erradicação
da Malária, idealizada pelo dr. José Monteiro de Figueiredo,
presidente da AMMT em 1968, e encorajada pelo Dr. Gabriel Novis Neves,
secretário de Educação e Cultura do Estado à
época.
Década
de 70
A diretoria empossada em 1972, tendo na presidência o Dr. Faria
Seror, encontrou o caixa da entidade em total desordem. Havia dívidas
a serem honradas e o número de associados era insuficiente para
cobrir as despesas. Numa atitude corajosa, a diretoria decidiu, além
de honrar seus compromissos, construir uma sede definitiva. Para isso,
foram feitas campanhas, nas quais se obteve bons resultados financeiros.
Também houve um inestimável impulso ao projeto, quando
o Dr. Clóvis Pitaluga de Moura, um dos sócios fundadores
da AMMT, doou uma terreno de sua propriedade no antigo bairro Alvorada,
para que nele fosse construída a futura sede.
Os anos passavam e sucediam-se administrações com dificuldades
sendo vencidas, até que em 1978, na gestão do Dr. Luiz
Gonzaga de Figueiredo, foi inaugurada a sede da Rua Rosário Oeste,
onde permaneceu até dezembro de 2000.
Década
de 80
As dívidas oriundas de investimentos de gestões antecessoras,
o surgimento de outros órgãos associativos da classe médica
e o próprio desinteresse e a desunião dos sócios,
entre outros motivos, cooperaram para uma vertiginosa retração
nas atividades da AMMT durante os anos 80.
Foi nessa época que a Associação Médica
de Mato Grosso acabou por delegar a função de lutar pela
classe a outras entidades que haviam surgido. Mas, no entanto, não
deixou de preocupar-se com as atividades sociais e científicas,
sempre buscando organizar, mesmo que esporadicamente, seminários
médicos.
Essa foi a década em que a AMMT incorporou a função
de clube recreativo, promovendo a integração dos associados
através de churrascos, bailes, torneios esportivos e atividades
culturais.
Década
de 90:
A década de 90 foi sobretudo de re-estruturação
e mudanças. Destacou-se a administração do Dr.
Luiz Gonzaga Figueiredo nos anos de _______ por organizar o caixa da
entidade e deixar as bases necessárias ao bom trabalho das gestões
posteriores.
No entanto, até o início da administração
do Dr. Ricardo Saad, em 1997, a associação contava com
pouco mais de uma centena de sócios. Com garra, determinação
e muita disposição para o trabalho, aos poucos, os associados
foram retornando, chegando ao fim do ano 2000 com mais de setecentos
sócios. Isso ocorreu, na sua maior parte, à firme determinação
de fazer da AMMT uma das mais respeitadas associações
médicas do Brasil. Essa decisão culminou com o projeto
e concretização da sede campestre, uma grande chácara
da Estrada do Moinho, que foi inaugurada em Maio de 1998. A sede oferece
toda infra-estrutura necessária ao laser e às atividades
esportivas do associado e sua família, num ambiente de perfeito
aconchego e camaradagem.
Além disso, o Dr. Saad também sabia que seus colegas necessitavam
saber o que a AMMT vem realizando e decidiu implantar o Jornal da AMMT,
que teve sua primeira publicação já em1997. A partir
de então passou por adequações, tornou-se periódico
e vem trazendo à classe médica de Mato Grosso, sócios
e não-sócios, valiosas informações sobre
tudo o que acontece na AMMT, além de matérias científicas.
Vale acrescentar que para o retorno dos sócios, foi decisiva
a parceria com a Unimed Cuiabá, além de tantos outros
colaboradores e patrocinadores.
O
novo Milênio:
No início do ano 2001 foi inaugurada na nova sede adminstrativa,
situada no centro de Cuiabá. Esse moderno e bem localizado espaço
foi idealizado e posto em prática pelo Dr. Serafim Domingues
Lanzieri, um dos nossos mais atuantes vices-presidente da atual diretoria.
Assim como a diretoria nada é , tão pouco faz, sem o auxílio
dos sócios, sabemos também que os membros associados precisam
ser atuantes, pois somente com a união e cooperação
dos médicos, é que a classe adquire força e respeitabilidade.
O Milênio que se abre, mostra-nos que muito ainda há para
ser feito e temos certeza que será. A história não
é feita somente de fatos passados, é também o presente
que se projeta no futuro.
Parabéns Classe Médica Mato-grossense! Parabéns
AMMT!
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35º
Congresso de Patologia Clínica tem programação
variada
Mais
de 4 mil pessoas devem participar dos cinco congressos que vão
ocorrer simultaneamente no Centro de Convenções da Bahia,
em Salvador, de 4 a 7 de setembro: 35º Brasileiro de Patologia
Clínica/Medicina Laboratorial, 5º de Gestão Laboratorial,
1º sobre Ensino Médico em Patologia Clínica/Medicina
Laboratorial, 6º do Mercosul e 15º Latino-americano de Patologia
Clínica/Alapac (Associação Latinoamericana de Patologia
Clínica).
Organizados pela Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina
Laboratorial (SBPC/ML), os eventos têm como tema central O Laboratório
do novo milênio: Tecnologia e Gestão.
As atividades realizadas antes e durante os congressos atendem a todos
os interesses da área de diagnóstico laboratorial. A grade
de programação científica inclui 66 conferências,
56 mesas redondas e dez cursos durante os eventos, além de 12
cursos marcados para os dois dias anteriores à abertura (2 e
3 de setembro).
Nestes, já se pode confirmar a variedade de temas. Vão
ser abordadas desde técnicas específicas, como Espermograma,
A eletroforese como método diagnóstico e O laboratório
do líquor, até aspectos relacionados à qualidade
e administração (Bases estatísticas para o controle
da qualidade e Planilha para apuração de custos).
Entre as conferências, os assuntos também são bastante
diversificados, como, por exemplo, Programas de vigilância sanitária;
Controle de qualidade em química seca; O laboratório no
diagnóstico da febre de curso prolongado; Patologista Clínico
do novo milênio; Triagem neonatal da anemia falciforme e outras
Hemoglobinopatias.
Os temas das mesas redondas não são menos variados. Na
programação para o primeiro dia, por exemplo, serão
discutidos assuntos como A importância da acreditação
de laboratórios clínicos; O laboratório no diagnóstico
das hepatites virais; Atualização na esquistossomose;
Flexibilização da jornada de trabalho nos laboratórios
e convenções coletivas.
Do primeiro ao último dia, os cursos realizados durante o congresso
também abordam temas diversos, como Atendimento com qualidade;
Diagnóstico em doenças auto-imunes; Garantia da qualidade
em Urinálise; Curso de Biologia Molecular aplicada à Patologia
Clínica.
Para tornar possível todas as apresentações, foram
convidados mais de 200 professores e especialistas do Brasil e dos Estados
Unidos, Inglaterra, França, México, Argentina, Uruguai,
Bolívia e Chile.
Além dos eventos, acontece paralelamente uma exposição
técnico-científica, com a presença de mais de 120
empresas mostrando as novidades em tecnologia e equipamentos. Estarão
presentes laboratórios de patologia clínica e empresas
multinacionais como Roche, Abbott, Bayer, Biolab Mérieux e Johnson
& Johnson.
Durante o evento, o site da SBPC/ML na internet (www.sbpc.org.br)
vai divulgar notícias atualizadas sobre os acontecimentos de
destaque em cada dia e a programação para os dias seguintes.
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Site
terá notícias sobre o 35º Congresso Brasileiro de
Patologia Clínica
Quem
não for ao 35º Congresso Brasileiro de Patologia Clínica/Medicina
Laboratorial, que vai ser realizado entre os dias 4 e 7 de setembro,
em Salvador, poderá acompanhar pela internet o que está
acontecendo no evento.
O site da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina
Laboratorial (www.sbpc.org.br) vai apresentar notícias sobre
os destaques da programação de cada dia e do que vai acontecer
nos dias que se seguem.
O objetivo é permitir que o internauta não deixe de acompanhar
o maior evento já realizado pela SBPC/ML.
Simultaneamente ao 35º Congresso, serão realizados o 5º
Congresso de Gestão Laboratorial, o 1º Congresso sobre Ensino
Médico em Patologia Clínica/Medicina Laboratorial, o 6º
Congresso do Mercosul e o 15º Congresso Latinoamericano-Alapac.
Os eventos vão acontecer no Centro de Convenções
da Bahia.
Mais
informações
Roberto Duarte
Assessor de Imprensa da SBPC/ML
Telefax (21)2557-0445
Celular (21)9943-5044
assessoria.imprensa@sbpc.org.br
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PLANOS
DE SAÚDE RECOMENDAM PALC
O
Programa de Acreditação de Laboratórios Clínicos
(PALC) da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina
Laboratorial (SBPC/ML) foi recomendado pela Unimed de Limeira (SP) e
pela Bradesco Saúde.
O Conselho de Administração da cooperativa médica
da cidade paulista enviou um comunicado aos laboratórios credenciados,
solicitando o selo do PALC. Segundo a Unimed Limeira, a recomendação
tem o objetivo de prestar serviços de melhoria contínua
aos usuários e promover a atualização técnico-científica
dos laboratórios. A exigência começa a valer no
dia 1º de janeiro de 2002.
Em uma reportagem publicada na edição de maio do informativo
Linha Direta Doutor, distribuído às instituições
e profissionais credenciados pela Bradesco Saúde, a empresa apóia
a implantação do PALC no laboratórios.
"O selo de acreditação conferido pelo PALC garante
aos laboratórios e profissionais a certeza de que os resultados
e laudos do laboratório acreditado foram elaborados segundo padrões
de qualidade nacional e internacionalmente aceitos", informa o
texto.
A Bradesco Saúde acredita que o PALC vai elevar a qualidade dos
serviços laboratoriais no Brasil.
Garantia
de qualidade
O PALC foi criado em setembro de 1998 pela SBPC/ML. É um programa
independente, como muitos que existem em outros países, que adotou
como critério as Boas Práticas para Laboratórios
Clínicos (BPLC), editadas a partir de um trabalho realizado pelo
Inmetro, com a colaboração das sociedades científicas,
universidades e laboratórios públicos e privados. O PALC,
que segue o método das auditorias periódicas realizadas
por pares, já acreditou cerca de 30 laboratórios e tem
mais de 60 inscritos
A acreditação possui os níveis 1, 2 (plena) e 3
(com excelência). Atualmente, estão sendo realizadas as
de Nível 1. Este primeiro nível possui 173 critérios,
que compreendem as áreas de organização e instalação,
equipamentos e reagentes, manual da qualidade, POPs (Procedimentos Operacionais
Padrão), registros, CIQ (Controle Interno da Qualidade), CEQ
(Controle Externo da Qualidade), informática, atendimento ao
paciente, cadastro, laudos, amostras e laboratório de apoio.
Para receber a acreditação, o laboratório deve
estar em conformidade com todos os requisitos do Nível 1, apresentar
um plano satisfatório para corrigir as não conformidades,
caso sejam identificadas, e obter aproveitamento satisfatório
em programas de controle externo da qualidade, como o PELM (Programa
de Excelência em Laboratórios), da SBPC/ML.
Mesmo depois de ser acreditado, o laboratório será submetido
a auditorias periódicas para verificar se continua mantendo os
padrões determinados.
O selo do PALC significa o reconhecimento do compromisso com a qualidade,
capacitação e competência dos serviços. O
laboratório acreditado prova, perante o mercado, os órgãos
públicos e a sociedade que é uma organização
em que se pode confiar.
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CONTROLE
E ANÁLISE DE CUSTOS NO LABORATÓRIO CLÍNICO
Este
é o tema de um dos cursos que serão realizados no 35º
Congresso Brasileiro de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial,
que vai acontecer de 4 a 7 de setembro, no Centro de Convenções
da Bahia, em Salvador.
Apresentado por Sérgio Luiz Alves e Quicuco Ogushi, o curso Planilha
para Apuração de Custos - Projeção de Preços
e Análise vai mostrar aos administradores como otimizar o movimento
financeiro do laboratório, classificar,
controlar e racionalizar despesas; analisar os valores envolvidos; fazer
a projeção de dados através da montagem de planilhas
adequadas; além de apresentar diretrizes para o gerenciamento
do negócio.
Segundo os palestrantes, o laboratório precisa conciliar a excelência
técnico-científica em suas atividades com uma administração
realista e adequada à situação econômica
atual.
É importante que os executivos responsáveis pela área
de gerenciamento adquiram conhecimentos de economia para aumentar a
eficiência do laboratório como empresa, tornando-o um negócio
rentável.
Quicuco
Ogushi é biomédica, administradora hospitalar e coordenadora
do curso Planejamento, Organização e Administração
Financeira em Laboratórios de Patologia Clínica da Fundação
Getúlio Vargas, de São Paulo.
Sérgio Luiz Alves é químico, administrador hospitalar
e professor do curso Planejamento, Organização e Administração
Financeira em Laboratórios de Patologia Clínica da Fundação
Getúlio Vargas, de São Paulo.
Os dois palestrantes também são co-autores do livro Cálculo
do resultado financeiro em laboratórios clínicos, editado
sob o patrocínio da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina
Laboratorial (SBPC/ML).
Marcado
para os dias 2 e 3 de setembro, o curso Planilha para Apuração
de Custos - Projeção de Preços e Análise
é uma das atividades que vão ser realizadas antes da abertura
oficial do 35º Congresso Brasileiro de Patologia Clínica/Medicina
Laboratorial, organizado pela SBPC/ML.
Informações e inscrições pelo site www.sbpc.org.br
ou pelo telefone (71)264-3477.
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OS
ROBÔS ESTÃO CHEGANDO
Eles
já tomaram conta do Japão e estão conquistando
os Estados Unidos. No Brasil, a invasão mal começou, mas
deve se intensificar nos próximos anos. Pouco a pouco, os robôs
vão ocupando espaço nos laboratórios de análises
clínicas.
Eles podem transportar amostras entre setores diferentes da área
técnica; podem abrir tubos e etiquetá-los e até
centrifugar amostras. A cada dia aumentam as aplicações
dos robôs nos laboratórios. Este tema atual será
apresentado pelo consultor de informática e robótica do
Fleury Centro de Medicina Diagnóstica, José de Sá,
no 35º Congresso Brasileiro de Patologia Clínica/Medicina
Laboratorial, que será realizado de 4 a 7 de setembro, em Salvador.
O evento é organizado pela Sociedade Brasileira de Patologia
Clínica/Medicina Laboratorial (SBPC/ML).
"Os robôs são comprados prontos, mas a programação
é feita de acordo com o processo do laboratório. O transportador,
que se desloca sobre trilhos, pode ficar parado em um determinado setor
até que o técnico abra o tubo que ele está levando",
explica José de Sá. "Também pode ser programado
para permanecer alguns minutos e, depois, se deslocar para outro setor."
O robô conhecido como aliquotador é um braço mecânico.
Seu funcionamento é mais complexo do que o transportador porque
é usado na fase pré-analítica dos exames. Ele abre
os tubos com amostras, faz a identificação com código
de barras, se encarrega de centrifugar as amostras e as divide por tubos
diferentes.
Segundo José de Sá, esse robô é composto
de vários módulos, que podem ser acrescentados, de acordo
com as necessidades do laboratório. Quanto mais módulos
forem montados, mais atividades o aparelho realiza.
José de Sá diz que o uso de robôs no laboratório
Fleury aumentou a quantidade de exames e reduziu o tempo de processamento.
Diminuíram as chances de contaminação do pessoal
porque os tubos são abertos pelos robôs, e não mais
pelos técnicos. Também foram reduzidos os casos de Lesão
por Esforço Repetitivo (LER).
"Antes, muitos técnicos apresentavam doenças provocadas
pela repetição prolongada do movimento de abrir manualmente
os tubos, que são fechados a vácuo. Essa linha processa
cerca de 2 500 tubos por dia. Agora, esse trabalho é feito pelo
robô", conclui José de Sá.
Mais
informações
Roberto Duarte
Assessor de Imprensa da SBPC/ML
MTb 14987
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LEÃO-DE-CHÁCARA E A RASGA-LEI
"Há
dois vultos esquisitos no horizonte de nossas pelejas de médicos
arredios à contumácia dos disparates e indignidades -
uma Medida Provisória recentemente editada pelo Governo Federal,
com a qual se pretende jogar na lata do lixo a Lei que rege o funcionamento
dos planos de saúde, e uma figura apocalíptica, subproduto
da ignominiosa medida, qual seja a do médico triagista, um verdadeiro
"leão-de-chácara" à porta dos regabofes
e escândalos que se pretendem esconder na penumbra de um texto
oficial a ser apresentado ao Congresso Nacional.
O documento é a MP nº 2.177-43, que recebe, curiosa e inesperadamente,
o beneplácito do Ministério da Saúde e da Agência
Nacional de Saúde. Ela estabelece, dentre outros disparates,
a impossibilidade do usuário escolher seu médico, laboratório
ou hospital. Não satisfeita, aprisiona o consumidor em uma área
geográfica de atendimento, criando assim um verdadeiro arquipélago
Gullag da assistência médica no Brasil. É demais,
mas não é tudo!
O texto da famigerada MP prevê ainda a fragmentação
da assistência à saúde, permitindo exclusões
e restrições maiores de cobertura assistencial - fica
de certo a multi-nacional com a banda sadia, boa, do atendimento, e
o SUS...às favas com o SUS. Ao SUS, a alta complexidade, o alto
custo, tudo o que é caro, imoral ou engorda. Ainda é pouco
- pretende-se retirar dos conselhos de Profissionais ,organismos veladores
da ética no exercício da profissão , o caráter
fiscalizador das atividades das seguradoras e planos de saúde.
Ou seja, além do bem-bom, vão jogar soltos, sem CREMEB,
CRO, COREN, ou qualquer juiz que os tenha sob os olhos da censura.
A Associação Médica Brasileira, o Conselho federal
de Medicina, suas associadas e federadas estaduais e os sindicatos já
se posicionaram contra a diatribe oficial. Não vamos fazer desta
posição uma simples trincheira de defesa. Vamos empunhar
o estandarte da luta, em nome da classe médica, ao lado dos usuários,
comungando os sentimentos da sociedade civil brasileira, aviltadas com
a ignomínia dessa MP Rasga-Lei e com a imagem desse médico
Leão-de-Chácara das muiltinacionais - será que
alguém vai aceitar ser "porteiro" desse managed care
à brasileira?
Contra tudo isto, vamos à luta, de olho no Congresso Nacional.
Isto não é assunto para voto de lideranças partidárias,
é tema amplo, profundo, para análise do plenário.
Não se sabe o que motivou o Ministério a aceitar tamanho
opóbrio contra a população e a classe médica
brasileira. Estamos, todavia, em um ano pré-eleitoral, onde tudo,
ao que parece, é possível. Em tempo de murici, diz o ditado,
cada um cuide de si. Nesses tempos esquecem-se as exigências básicas
para uma carreira heróica e digna, desde os tempos medievais
- lealdade, têmpera, coragem. Há algo no ar, que transmuta
a lealdade, arrefece a têmpera e dilui a coragem. Que estranho
poder será esse?
Roque Andrade
(Oncologista Clínico - presidente da Associação
Bahiana de Medicina)
E-mail: abm.@zaz.com.br
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NOTA
DO CFM - AMB
ESCLARECIMENTO
AOS MÉDICOS:
No final de 1999 a ASSOCIAÇÃO MÉDICA BRASILEIRA
em conjunto com as Sociedades de Especialidade e o CONSELHO FEDERAL
DE MEDICINA, decidiram elaborar uma nova Lista de Procedimentos Médicos,
com valores referenciais hierarquizados, autenticidade e legitimidade,
com a finalidade de coibir a existência de centenas de tabelas
e disciplinar códigos e nomenclaturas.
Em Janeiro de 2001 iniciou-se o projeto AMB-CFM-FIPE, com instituição
das Câmaras Técnicas por especialidade, visando pontuar
e hierarquizar todos os procedimentos. A metodologia foi definida para
valorizar o trabalho do médico, impedindo a perpetuação
do aviltamento de sua remuneração.
Este ambicioso projeto conta com o apoio do Ministério da Saúde,
conforme ficou acordado em reunião realizada na sede da AMB,
em São Paulo, no dia 13 de Março de 2000, com a presença
do Dr. Renilson Rehem, Secretário de Assistência à
Saúde, para a utilização de lista de procedimentos
no âmbito do SUS.
Dissociados deste movimento, a Federação Nacional dos
Médicos, lança uma "tabela de honorários"
voltada, exclusivamente, para o SUS, com todos os vícios das
tabelas anteriores e sem consultar nenhuma das Sociedades de Especialidade.
Infelizmente, já na sua apresentação, falta com
a verdade quando informa que acatou as decisões de algumas Sociedades
de Especialidade.
A AMB e o CFM não estão, e nunca estiveram presos dentro
dos gabinetes e muito menos limitados pela retórica. Estão
lutando ativamente para a melhoria das condições de trabalho
e remuneração dos médicos de4 maneira séria
e consistente.
Os médicos brasileiros precisam e merecem uma única lista
de procedimentos médicos, que possa ser utilizada em todo território
nacional, tanto no setor público quanto no privado, e que resgate
a sua dignidade profissional.
São
Paulo, 19 de Julho de 2001.
AMB - Dr. Eleuses Vieira de Paiva
CFM - Dr. Edson de Oliveira Andrade
Reprodução
da Carta enviada à AMMT, na data supra-citada.
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NOTA
DA AMB:
A Associação
Médica Brasileira e o Conselho Federal de Medicina vem, há
vários meses, realizando estudos para implantação
de modelo de Educação Médica à Distância.
Após análise de diversas propostas, foi decidido a contratação
do Departamento de Informática em Saúde da Universidade
Federal de São Paulo para a realização de plano
de detalhamento técnico para implantação de Educação
à Distância a ser feito pelas duas entidades.
Este estudo objetiva dar orientações efetivas para a implantação
de estrutura de Educação à Distância em diversas
especialidades médicas com a participação de Sociedades
Científicas e Universidades.
Sabemos que Educação à Distância é
uma das formas mais eficientes e eficazes de ensinar um número
cada vez maior de pessoas, através de atualização
de conhecimento em diferentes formas com rapidez de acesso às
informações e independente de localização
geográfica.
Este projeto pretende abordar reciclagem profissional, atualização
científica, capacitação técnica, educação
pós-graduada organizados em sistemas de videoconferências
interativa e sistemas de cursos via internet.
Esperamos Ter a formatação final deste projeto até
o mês de agosto para apresentarmos às Sociedades de Especialidades,
Federadas e Conselhos Regionais.
Ass.
Secretário Geral da AMB - Reprodução de correspondência
enviada à AMMT.
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