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ANIVERSARIANTES - FESTEIROS DE SÃO LUCAS
DO MÊS
FEVEREIRO/2010

DIA 18 - DR.RUBENS CARLOS DE OLIVEIRA JUNIOR

DIA 21- DRA. RAQUEL MACIEL (Esposa do Dr. Celso Maciel )

DIA 29- BELUCE MONTEIRO (Esposa do Dr. Nauro Monteiro)


Lei do Ato Médico é aprovada pela Câmara

O momento foi histórico. Após sete anos de tramitação, envolvendo lutas e acordos, o plenário da Câmara dos Deputados aprovou, por unanimidade, o projeto de lei que regulamenta a medicina e estabelece as atividades privativas dos médicos. No dia 21 de outubro, lideranças do Conselho Federal de Medicina (CFM), da Associação Médica Brasileira (AMB) e da Federação Nacional dos Médicos (Fenam) comemoraram, enfim, a aprovação do PL 7.003/06, que trará benefícios para toda a população brasileira.

Para o presidente do CFM, Roberto Luiz d’Avila, o senso comum e a jurisprudência já entendem que compete ao médico o diagnóstico e o tratamento das doenças. E é isso que o projeto vem ratificar, respeitando as competências de cada uma das outras 13 profissões da área de saúde. Assim, a medicina, a única ainda não regulamentada, teve o seu reconhecimento social reiterado pelos deputados federais.

Paralelamente, o PL não impede que os profissionais participem das ações de promoção da saúde, prevenção de doenças e reabilitação dos enfermos e pessoas que vivem com deficiências. “Ele estimula a mútua colaboração entre todos os profissionaiS de saúde – dentro de suas respectivas competências – para garantir o bem-estar individual e coletivo dos cidadãos”, salienta d’Avila.

DIAGNÓSTICO: Um ponto polêmico durante a votação foi a discussão sobre o diagnóstico citopatológico. Representantes de outras profissões queriam dividir essa competência com os médicos. Esse destaque foi o único a ser votado nominalmente e por 269 votos a favor ficou decidido que apenas os médicos podem emitir o diagnóstico citopatológico. Os outros profissionais daárea da saúde ficam habilitados a realizar exames e emitir os laudos da citopatologia.

Na avaliação do CFM, era impossível abrir mão de ter como atividade privativa os diagnósticos nosológico e citopatológico de doenças e tratamentos.“A sociedade sabe que quem faz o diagnóstico de doenças e tratamento são os médicos. Qualquer cidadão vai ao posto de saúde ou paga uma consulta para um médico fazer o diagnóstico de sua doença e dar sua receita”, ressaltou o presidente do CFM, Roberto d’Avila, após mais esta vitória.

A citopatologia é um diagnóstico que determina intervenções radicais. Estaé a opinião do presidente da Sociedade Latino-Americana de Citopatologia, Elias Fernando Miziara, que explica que o exame negativo pode ser liberado por outros profissionais, desde que revisto por um controle de qualidade,“mas os laudos que forem positivos somente podem ser feitos pelo médico”. Países da Europa e Estados Unidos, Canadá, Uruguai e Chile trabalham com a mesma prerrogativa.

PARTICIPAÇÃO: Essa vitória teve sabor ainda mais especial para os médicos. No dia da votação, vários representantes da categoria, de todos os 27 estados, foram à Câmara num esforço solidário em prol do PL. A preocupação comum era sensibilizar a maioria dos parlamentares sobre a importância do Ato Médico. Foi um trabalho duro, no qual os argumentos foram desfiados inúmeras vezes nos gabinetes, horas antes da votação.

Essa tropa foi composta por mais de 200 médicos que, coincidentemente, participavam, em Brasília, do II Encontro Nacional dos Conselhos de Medicina de 2009. Quando os representantes dos CRMs foram informados sobre Lei do Ato Médico é aprovada pela Câmara Votação histórica a possibilidade do projeto entrar em votação após sete anos de idas e vindas, os trabalhos foram suspensos e todos rumaram para o Congresso Nacional.

O grupo desembarcou na Câmara no início da tarde daquele dia e somente arredou pé após a contagem do último voto que selou o resultado. Do auditório, o grupo acompanhou a sucessão de pronunciamentos– contras e a favor – sempre confiante. O 1º secretário do CFM, Desiré Callegari, que integrou esse esforço, resumiu o sentimento grupal: “Este é um marco histórico da medicina brasileira”. Juntos, foram ao mesmo tempo agentes ativos e testemunhas de uma grande mudança para o país.

PARA LER MAIS SOBRE O ASSUNTO ACESSE O LINK DO PORTAL MÉDICO
http://www.portalmedico.org.br/JORNAL/Jornais2009/out_nov_dez/atoMedicoChegaAoSenado.pdf

Hospital Júlio Muller pode fechar as portas
Publicado em : 11/01/2010 às 17:38 Editado em: 12/01/2010 às 08:35 JORNAL FOLHA DO ESTADO

Diversos membros de entidades médicas se reuniram hoje (11) no prédio do Conselho Regional de Medicial (CRM) para discutir uma solução para a crise no Hospital Universitário Julio Muller (HUJM). O problema começou em outubro, quando uma portaria do Ministério da Educação limitou as horas extras de docentes nos Hospitais Universitários Federais. “O hospital está endividado e nossa força de trabalho é baseada nos docentes. Essa resolução nos afeta diretamente”, disse a diretora superintendente do Julio Muller, Olga Akiko Tokana.

Desde o início do ano, as unidades de internação, clínica médica e pediátrica reduziram a capacidade em 30%. “Se não conseguirmos reverter a decisão do MEC, calculamos que o hospital vá fechar as portas no próximo dia 19”, disse o presidente do Conselho Regional de Medicina (CRM) Arlan de Azeredo Ferreira. Os representantes prometeram entrar com uma Ação Civil Pública em conjunto amanhã. “Nossa intenção é chamar a atenção do Ministério Público para esse grave problema da redução nas UTI neonatais, pediátricas e enfermarias que atende crianças com Dengue grave”, diz o vice-reitor da Universidade Federal, Francisco Souto.

Atualmente, o Hospital Júlio Muller é responsável por cerca de 70% dos atendimentos secundários ambulatoriais em Cuiabá. Mesmo assim o Hospital tem um déficit de R$ 420 mil mensais. “Só de contratualização nós recebemos do SUS R$ 680 mil. Seriam necessários R$1,1 milhão para cobrir esses custos”, informa a superintendente Olga Akiko.
O Hospital tem apenas 200 contratados, em todos os níveis. O sindicato dos médicos defende mais contratações: “Mas quem faz os concursos públicos é o próprio governo, então eles quiseram regular sem antes dar uma solução”, conclui o médico Arlan de Azeredo. O Ministério Público Estadual (MPE) disse que não cabe a ela interferir no pagamento ou não de horas extras e vai entrar com uma ação contra a União, UFMT, Hospital para garantir a volta do atendimento.


COMUNICADO

O Presidente da Associação Médica de Mato Grosso, Dr.Rodney Maddy, participou da Reunião com representantes da Secretaria de Vigilância em Saúde, referente Protocolo de Manejo Clinico e Vigilância Epidemiológica da influencia e fluxo de atendimento de casos suspeitos de influenza na rede hospitalar.Programado pelo CRM-MT.

Telefone e Links úteis:

Endereços com informações específicas ·

Rodney Mady
Presidente da AMMTE


ASSOCIAÇÃO MÉDICA DE MATO GROSSO, SOLICITA DOS SENHORES ASSOCIADOS QUE RESPONDAM A ENQUETE ABAIXO, DANDO SUAS SUGESTÕES, PARA MELHORIA DO CLUBE DA AMMT:

Exemplos:
1 - SAUNA
2 - QUADRA DE TÊNIS
3 - BOCHA
4 - ESCOLINHA: FUTEBOL, NATAÇÃO, DANÇA
5 - ACADEMIA: GINASTICA, MUSCULAÇÃO
6 - OUTRAS

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Dr. Rodney Mady
Presidente

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